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TURMA 204 - RUYZÃO 2010

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SEGUNDO TRIMESTRE DE 2010  -  GEOGRAFIA 

 

 

Grupo: Taiane, Luana e Jéssica Lis

 

1-Reino Unido:

O Reino Unido é formado por Grã- Bretanha e Irlanda do Norte.

Foi grande potência econômica nos Séculos passados e começou a perder importância após a Segunda Guerra Mundial.

Foi o responsável pela Revolução Industrial suas indústrias localizavam- se próximo ás jazidas de carvão e aos portos – regiões negras. As indústrias eram siderúrgicas, têxtil, naval e material ferroviário.

Em 1973 ingressou na Comunidade Econômica Européia.

Atualmente suas mais importantes regiões industriais são as áreas metropolitanas de Londres e de Birmingham.

2-França:

Iniciou sua Revolução Industrial após a Revolução Francesa, 1789, que colocou a burguesia no poder. Jazidas do carvão mineral onde se localizava suas indústrias: Alsácia e Lorena.

Também foi devastada pela Segunda Guerra Mundial e recebeu ajuda dos Estados Unidos (Plano Marshall).

Principal região industrial: Área metropolitana de Paris (Cidade Luz), alta costura perfumes, cosméticos, aviões e automóveis.

Tecnopólos: Lyon(Indústria Química, têxtil), Toulouse(Aviões), Nantes(Química).

Portos: Marselha, Le Have. Importa petróleo e explora gás natural e carvão.

Atualmente, enfrenta o envelhecimento de sua população, potência nuclear, estado com maior participação na economia, problema político (Separatismo da Ilha de Córsega), possui departamento ultramarinho (Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica no Caribe e Reunião no Oceano Índico.

3-Itália:

Pobre em recursos minerais.

Foi muito destruída pela Segunda Guerra Mundial e receberam a ajuda dos EUA (Plano Marshall), indústrias concentradas no norte: Piamante e Lambardia Sul (agrícola)

Região industrial ‘triangulo’: Milão, Turim, Genova.

Cidades se destacaram: Trieste, Parma, Belonha, no Sul (Nápoles, Palerma). Marcas famosas: Fiat, Alfa Romeo, Benetton, Armani, Gucci, Versage.

4-Alemanha: Unificada em 1871, potencia Bélica, envolvida na Primeira e Segunda Guerra Mundial, sendo derrotada. Perdeu território

Região industrial: Vale dos Rios Reno e Ruhr. De 1949 a 1990 existiam duas Alemanhas.

*Alemanha Oriental: socialista, economia planificada

*Alemanha Ocidental: capitalista, 1990 reunificações (queda do Muro de Berlin).

5- Canadá: Seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é o quarto maior do mundo, foi colônia britânica, também ocupada por franceses e ingleses, faz parte da Comunidade Britânica de Nações. Possui duas línguas oficiais o francês (na Província de Quebec) e o inglês (maior parte da população). É politicamente dividida em onze províncias. Ontário e Quebec são as mais importantes na economia. É atravessado pelo Circulo Polar Ártico tendo assim grande parte de seu território com climas frios polares com difícil ocupação humana. Possui grande quantidade de recursos minerais “potencia mundial”. Primeiro produtor de papel e celulose. Denominado também de “apêndice dos EUA”. Regiões industriais são: Vale do Rio de São Lourenço, no Sudeste, nas cidades de Toronto e Montreal.

Indústrias de alta tecnologia: GM, Ford e Cryrster, Exxon, Texaco (petrolíferas), Du Pant (química). Faz parte do NAFTA.

6- Japão: Investiu na sua economia para Ocidente e para todo o mundo depois do inicio da dinastia Meiji, que aconteceu em 1868 a 1912, isso foi fundamental para a industrialização do país.

Era Meiji: Abertura econômica do Japão para o Ocidente ficou conhecida de Era Meiji, onde podemos destacar medidas fundamentais como a criação de infra-estrutura, indústrias de bens de produção, grandes investimentos na educação, para obter mão-de-obra preparada, investimentos feitos na indústria, adoção do xintoísmo, religião.

Imperialismo Japonês: O Japão é um arquipélago vulcânico e pouco favorecido do ponto de vista mineral e energético. As principais áreas ocupadas pelos japoneses foram Coréia, Taiwan, Manchúria (no norte da China) e Nordeste chinês, Península da Indochina, Ilhas do Pacifico (Iwojima, Marianas, Carolinas e Palau).

Nomes: Vitor Emanuel Reginatto 

            Felipe Feron

 

 

O Reino Unido é formado por Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

Foi grande potencia econômica nos séculos passados e começou perder importância após a 2ª GM.

Foi o responsável pela Revolução Industrial suas indústrias Localizavam-se as jazidas de carvão e aos portos – regiões negras. As indústrias eram siderúrgicas, têxtil, naval e material ferroviário.

Em 1973 ingressou na Comunidade Econômica Européia. Atualmente suas mais importantes regiões industriais são as áreas metropolitanas de Londres e de Birmingham.

Indústrias: automobilística, química, farmacêutica, mecânica, e de biotecnologia.

1º pais a adotar o neoliberalismo Privatização de empresas estatais.

 

 

Iniciou sua Revolução Industrial após a Revolução da Francesa, 1789, que colocou a burguesia no poder.

Jazidas de carvão mineral, onde se localizaram suas indústrias: Alsácia e Lorena.

Também foi devastada pela 2ªGM, recebeu ajuda dos EUA (Plano Marshall).

Principal região industrial:

Área metropolitana de Paris (cidade luz)... Alta costura perfumes, cosméticos, aviões, automóveis.

Tecnopólos:

Lyon (indústria química, têxtil)  Toulouse (aviões)   Nantes (química)

Portos - Marselha, Le Hauve

Importa petróleo

Explora gás natural e carvão

Atualmente: Enfrenta o envelhecimento de aumento da população.

Potencia Nuclear

Estado com maior participação na economia.

Problema político: separatismo da ilha de Córsega

Possui um departamento ultramarino: Guiana Francesa, além de Guadalupe, e Martinica no Caribe e reunião no Oceano Indico.

 

  • §        3: Industrialização na Itália

Pobre em recursos minerais

Foi muito destruída pela 2ºGM e recebeu ajuda dos EUA (Plano Marshall)

Indústrias concentradas no Norte: Piemante e Lombardia. Sul: Agrícola

Região Industrial: “Triangulo”: Milão, Turim e Genova

Cidades a destacar: Truste, Parma, Bologna.

No Sul: Nápoles, Palermo

Marcas famosas: Fiat, Alfa Romeo, Armani, Gucci, Versasse, Beneton..

 

  • §        4:Industrialização na Alemanha

Unificada em 1871

Potencia Bélica

Envolvida na 1ª e 2ªGM sendo derrotada nas duas.Perdendo territórios

Regiões industriais: Vale do Rio Reno e Ruhr

De 1949 á 1990 existiam duas Alemanhas

Alemanha oriental: Socialista economia planificada

Alemanha Ocidental: Capitalista

1990 reunificação

 

  • §        5:Indústria no CANADÁ

 

       Seu IDH é o 4° maior do mundo. Foi colônia Britânica. Também ocupam por franceses e ingleses. Faz parte da comunidade Britânica de nações.
Possui duas línguas oficiais: francês (maior parte da população).
       Politicamente dividido em 11 províncias.
Ontário e Quebec são as mais importantes na economia e dois territórios é atravessado pelo círculo polar Ártico tendo assim grande parte do seu território com climas frios polares, com difícil ocupação humana.
População concentra-se ao longo da fronteira com os EUA, com clima temperado.
Possui grande quantidade de recursos minerais- “potência mineral”
1º produtor de papel e celulose. Denominado de “apêndice do EUA”. Regiões industriais então no vale do
Rio São Lourenço e no sudeste, nas cidades de Toronto e Montreal.

 

§       Indústria no Japão

O Japão só abriu sua economia para o Ocidente e para o mundo após o início da longa dinastia Meiji, que se estendeu de 1868 a 1912 e isso foi fundamental para que o país iniciasse seu processo de industrialização.

A era Meiji: Os imperadores Meiji preocuparam-se  com medidas que foram fundamentais para a industrialização e a modernização do pais, entre elas:

         A criação de infra-estrutura de bens de produção.

         A instalação de indústrias de bens de produção.

Alguns ramos industriais do Japão ocupam a primeira posição mundial, como a indústria naval, a produção de aço (siderúrgica) e de seda (têxtil). E estão em segundo lugar na produção de automóveis, alimentos, metalúrgica, máquinas elétricas, máquinas não elétricas (os Estados Unidos estão em primeiro lugar). Na produção têxtil, ocupa a terceira posição, colocando-se depois dos Estados Unidos e da Itália.

Aproximadamente a metade da exportação mundial de eletroeletrônicos e eletrodomésticos é de origem japonesa.

Grandes grupos industriais, bancários, e comerciais japoneses estão entre as maiores corporações mundiais: Mitsui, Mitsubishi, Toyota Company, Nissan Motos, entre outros.

 

NOME: Caroline M. de Souza e Mariana Megier.

 

  • ·        Reino Unido:

Localiza-se no noroeste da Europa. É formado pela Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia) e Irlanda do Norte.

            Grande potência econômica em séculos passados, o Reino Unido já foi o centro do maior império colonial do mundo: o Império Britânico. Começou a perder importância após a Segunda Guerra Mundial, quando, juntamente com a França e a Alemanha, foi substituído como principal líder do mundo capitalista pelos Estados Unidos. Os fatores determinantes dessa situação foram as perdas sofridas no conflito e a independência das colônias britânicas, que eram o grande esteio de sua economia.

            O Reino Unido foi o grande artífice da Revolução Industrial. Isso só foi possível porque o país reuniu condições favoráveis, como a consolidação de um Estado liberal controlado pela burguesia; disponibilidade de capitais acumulados no mercantilismo, bem como matérias-primas; mercado consumidor em seu extenso império colonial; mudança na organização fundiária, que expulsou a população do campo, disponibilizando mão-de-obra para as indústrias; recursos naturais, como o carvão e o ferro, muito utilizados na nova atividade; e inovações tecnológicas, como a invenção da máquina a vapor.

            O êxodo rural e o crescimento das cidades vieram como conseqüência das indústrias que se localizavam próximo das jazidas de carvão e aos portos. Por esse motivo essas áreas eram chamadas de “regiões negras”, numa alusão ao pó do carvão que deixava tudo escuro. As principais “regiões negras” eram: Yorkshire, Lancashire, Midlands, País de Gales e Glasgow. Os tipos de indústria mais encontrados eram a siderúrgica, a têxtil, a naval, e a de material ferroviário.

            Após duas guerras mundiais e depois de ter o grande império reduzido a algumas pequenas ilhas espalhadas pelo mundo, muita coisa mudou no Reino Unido. O declínio do carvão como fonte de energia, bem como o esgotamento das jazidas desse recurso mineral, a era do petróleo e a necessidade de novas tecnologias foram essenciais para mudar a situação e a distribuição das indústrias no país.

            As tradicionais “regiões negras” foram as que sofreram a maior decadência nos últimos tempos. O fechamento de indústrias, o desemprego e o êxodo da população são alguns dos problemas que atingem essas áreas. Setores como o têxtil, o naval e o siderúrgico enfraqueceram, mas surgiram outros, como o petroquímico, o biotecnológico, o aeronáutico e o eletrônico, que tem alcançado notável dinamismo. As novas indústrias procuraram outras áreas para se estabelecer.

            Atualmente, as mais importantes regiões industriais inglesas são as áreas metropolitanas de Londres e de Birmingham.

            Nessa nova fase industrial do Reino Unido, a cidade de Birmingham ultrapassou centros das antigas “regiões negras”, como Liverpool e Glasgow. Muita variedade e dinamismo caracterizam essa segunda maior região industrial inglesa, que conta com inúmeras indústrias de tecnologia de ponta, como as petroquímicas e as de biotecnologia.

 

·        França:

A França iniciou sua industrialização após a Revolução Francesa (1789), que colocou a burguesia no poder nos últimos anos do século XVIII. Entretanto, só consolidou sua Revolução Industrial no século XIX, quando conheceu a estabilidade política, que chegou depois dos anos conturbados que sucederam a Revolução Liberal.

            As jazidas de carvão mineral determinaram a localização da indústria francesa nos seus primeiros tempos, quando se destacavam as regiões da Alsácia e Lorena, na fronteira com a Alemanha.

            Com as mudanças estabelecidas no decorrer do tempo, hoje outros combustíveis são utilizados na França, e a distribuição espacial da indústria no país ficou bem diferente.

            A França, mais que o Reino Unido, teve seu território devastado pela Segunda Guerra Mundial. Entretanto, dois fatores foram responsáveis pela reconstrução de sua economia, no período que se seguiu ao fim do conflito:
 - A ajuda financeira dos Estados Unidos através do
Plano Marshall;

- O fato de o país fazer parte da Comunidade Econômica Européia;

            A principal região industrial da França localiza-se na área metropolitana de Paris, a “cidade-luz”, centro político, cultural e econômico que polariza o país. Possui um parque industrial muito variado, que reúne desde alta-costura, perfumes e cosméticos até aviões, automóveis, produtos farmacêuticos e inúmeros outros tipos de indústria.

            A França conta com quarenta tecnopolos, entre os quais se destacam Lyon (indústrias química e têxtil), Toulouse (aviões) e Nantes (indústrias químicas).

            Os principais portos franceses são: Marselha, no mar Mediterrâneo, e Le Havre, no oceano Atlântico (Canal da Mancha).

            Quanto às fontes de energia, a França importa do Oriente Médio e do norte da África quase todo o petróleo de que necessita. O gás natural é explorado nos Pireneus, e as minas de carvão estão praticamente esgotadas. A França tem o maior índice de utilização de energia nuclear do mundo. As hidrelétricas são construídas em rios que descem dos Alpes, dos Pireneus e do maciço Central Frances. Dentre os minérios, destaca-se a bauxita (minério de alumínio), explorada em Provença (Les Baux) e que alimenta importante indústria metalúrgica.

            A França, que disputa com a Alemanha e o Reino Unido a liderança na União Européia, é um dos países mais industrializados do mundo. Enfrenta também problemas, como desemprego, imigração ilegal e envelhecimento da população. Alem disso, é importante potência nuclear.

            É o país onde o Estado tem maior participação na economia. Seu maior problema político tem sido o separatismo da ilha de Córsega, mas um plano de autonomia para a ilha parece ter provocado uma trégua dos separatistas.

            O país mantém um departamento ultramarino na America do Sul, a Guiana Francesa, que, abriga desde 1968 uma base de lançamento de foguetes, o Centro Espacial de Kourou, pertencente a Agencia Espacial Européia. Outros departamentos de ultramar são Guadalupe e Martinica, no mar do Caribe, e Reunião, no oceano Índico.

 

·        Itália:         

A principal diferença entre a Itália e as outras três potencias colonialistas européias (França, Alemanha e Reino Unido) estava no fato de o território italiano ser pobre em recursos minerais. Por outro lado, a Itália, por ter entrado tardiamente na disputa pelas colônias da época, não se beneficiou de um império colonial que abastecesse o país de matérias-primas ou funcionasse como mercado para seus produtos. Derrotada juntamente com a Alemanha e Japão na Segunda Guerra Mundial, a Itália teve sua economia praticamente destruída pelo conflito.

Beneficiada pelo Plano Marshall, a economia italiana foi reconstruída nas décadas de 1950 e 1960, também favorecida pela participação na criação da CEE, embrião da atual União Européia.

Apesar dos esforços do governo, as indústrias italianas concentraram-se no Norte do país (Piemonte e Lombardia). O Sul, de estruturas tradicionais, marcadamente agrícolas, contrasta fortemente com o Norte industrializado. Uma das maiores preocupações dos dirigentes italianos, nas ultimas décadas, tem sido diminuir as desigualdades regionais (Norte/Sul) através de incentivos para a instalação de indústrias no Sul do país, na região chamada de Mezzogiorno.

Pobre em combustíveis fósseis, a Itália aproveita a energia hidrelétrica de rios que nascem nos Alpes e importa petróleo e gás natural de países do norte da África e do Oriente Médio.

A principal região industrial italiana é o “triângulo” Milão - Turim - Gênova, no Norte do país, onde também se destacam as cidades de Trieste, Bolonha e Parma. No Sul onde se destacam as refinarias de petróleo importado, Bari, Brindisi e Tarento. NE Sicilia, destaca-se Palermo, e na Sardenha, a cidade de Cagliari.

O parque industrial italiano é bastante diversificado, sendo famosas as marcas Fiat (automóveis), Alfa Romeo (automóveis), Olivetti (eletrônicos), Pirelli (produtos químicos), sem falar nas grifes da moda atual (Benetton, Armani, Gucci, Versace).

 

Apesar de ter se industrializado um século depois da França e do Reino Unido, a Alemanha já tinha superado essas nações no fim do século XIX e liderava, com os Estados Unidos, a introdução das modernas tecnologias que caracterizaram a Segunda Revolução Industrial.

Desde o início a mais importante região industrial alemã se formou na bacia dos rios Reno e Ruhr. O primeiro é a via de ligação do país com o mar do Norte; no segundo havia as ricas minas de carvão que atraíram indústrias para a região.

Para compreender melhor a reconstrução da Alemanha depois da guerra, é preciso levar em consideração que, de 1949 até 1990, existiram duas Alemanhas. Eram dois países diferentes, um de regime socialista e economia planificada (Alemanha Oriental) e outro integrante do mundo capitalista (Alemanha Ocidental). Enquanto a Alemanha Oriental se perdia na burocracia e no atraso tecnológico da economia planificada, a Alemanha Ocidental reerguia sua economia com a ajuda do Plano Marshall e participava da criação da Comunidade Econômica Européia, tornando-se a terceira potencia do mundo capitalista.

As duas Alemanhas passaram quarenta anos em “mundos” diferentes. Reconheceram-se mutuamente na ONU da década de 1970, mas competiam em Olimpíadas e Copas do Mundo com equipes próprias. Amigos e parentes viviam separados arbitrariamente, desde 1961, pelo Muro de Berlim, que só seria derrubado em 1989.

A reunificação alemã aconteceu em 3 de outubro de 1990, quase um ano após a queda do Muro de Berlim.

Mesmo estando entre as economias mais fortes do mundo, a nova Alemanha enfrentou e enfrenta ainda grandes problemas de ajustamento e adaptação. Os dois países, durante quarenta anos, seguiram orientações econômicas opostas e que a Alemanha Ocidental pagou as contas da unificação, ou seja, teve de investir muito dinheiro para levantar a economia da Alemanha Oriental.

 

Os principais problemas ocorridos no processo de reunificação das duas Alemanhas:

- O baixo nível tecnológico das indústrias orientais levou a falência, inúmeras fabricas que não agüentaram a concorrência com as empresas ocidentais.

- A falência dessas indústrias agravou o problema do desemprego.  A competição no mercado de trabalho acabou por opor alemães-ocidentais e alemães-orientais.

- Apesar da alegria do reencontro com amigos e parentes depois de tantos anos, não é fácil a convivência entre alemães do oeste e do leste. Os dois países tinham ideologias muito diferentes para que houvesse uma imediata identidade de idéias, costumes e modo de vida entre as duas populações.

- Apesar dos maciços investimentos na reunificação, as diferenças entre o lado oriental e o ocidental ainda são grandes. O índice de desemprego no leste é quase três vezes o da antiga Alemanha ocidental.

 

Entretanto, resultados positivos têm sido obtidos com o crescimento econômico de áreas da antiga Alemanha Oriental, como a Turingia, e a remodelação da cidade de Berlim, capital da Alemanha reunificada.

Do ponto de vista político, a Alemanha se destaca ao negar apoio ao ataque ao Iraque promovido pelos Estados Unidos. Economicamente, a “locomotiva européia” ainda sofre os efeitos da reunificação: crescimento de 0,75% do PIB em 2003 e 10,7% de desemprego em 2001.

A área mais industrializada do país continua sendo a Renânia, situada na confluência dos rios Reno e Ruhr. Essa região forma a megalópole Reno-Ruhr, que reúne cidades como Colônia, Essen, Dortmund, Düsseldorf e outras. Aí encontramos vários ramos industriais, como o siderúrgico, o automobilístico, o petroquímico, o de mecânica de precisão, o eletroeletrônico e o bélico.

Alguns centros isolados têm importância por sediarem fabricas de grandes transnacionais:

- em Stuttgart está o grupo Daimler-Benz (automóveis)

- em Munique, a Bayer (produtos químicos)

- em Wolfsburg, a Volkswagen (automóveis)

 

  • ·        Canadá:

Antiga colônia britânica, o Canadá obteve sua independência política apenas em 1867, quando foi criada uma confederação canadense e a Constituição do país foi escrita. Embora o Parlamento tenha ficado submetido ao governo britânico até 1931, o Canadá dirigiu seu próprio destino desde o fim do século XIX. Por esse motivo, sua industrialização iniciou-se mais tarde do que a dos Estados Unidos.

No passado, o território canadense foi ocupado por franceses e ingleses. Como resultado desse passado, o Canadá faz parte da Comunidade Britânica de Nações (Commonwealth). Possui duas línguas oficiais – o Frances, falado na província de Quebec, e o inglês, idioma da maior parte da população – e enfrenta o separatismo da região francófona. Politicamente está dividido em onze províncias, das quais Ontário e Quebec são as mais importantes economicamente, e dois territórios (de Yukon e do Noroeste).

Localizado no norte da porção setentrional do continente americano e atravessado pelo circulo polar ártico, o Canadá apresenta grande parte de sua extensão sob o domínio de climas extremamente frios.  Apesar de ser o segundo país mais extenso do mundo, a maior parte do território canadense é de difícil ocupação por causa do clima.

Sua população de aproximadamente 31,5 milhões de habitantes concentra-se na faixa situada ao longo da fronteira com os Estados Unidos, onde as latitudes são mais baixas e o clima é temperado. A distribuição desigual da população aumenta a media da densidade demográfica do país (3,11 hab./km²) nessa região, enquanto no norte gelado há trechos em que essa taxa não chega a 1 hab./km².

A mesma natureza que dificulta a ocupação humana compensou o Canadá com uma grande quantidade de recursos minerais, quase todos encontrados no norte, onde faz mais frio. O país pode ser considerado uma “potencia mineral”, e está entre os grandes produtores ou possuidores de reservas minerais de zinco, urânio, titânio, níquel, cobre chumbo, cobalto, minério de ferro, ouro e de fontes de energia, como petróleo, carvão mineral e gás natural. Outro recurso natural fez do Canadá o primeiro produtor de papel e celulose: a taiga canadense, que alimenta também a importante indústria madeireira.

A industrialização canadense consolidou-se após a primeira Guerra Mundial (1914-1918). A partir dos anos 1940, a grande diversidade mineral atraiu o capital e empresas dos Estados Unidos que ali se instalaram.

A principal indústria do país fica no vale do rio São Lourenço e na porção Sudeste, que faz fronteira com a região nordeste dos Estados Unidos (a mais industrializada do mundo), onde se destacam as cidades de Toronto (província de Ontário) e Montreal (província de Quebec).

As indústrias de alta tecnologia (General Electric e IBM), automobilística (GM, Ford e Chrysler), petrolífera (Exxon e Texaco), química (Du Pont), siderúrgica (Iron One Company), entre outras, são controladas por empresas norte-americanas. Mais de 70% da produção industrial canadense é exportada para os Estados Unidos e, a partir de 1994, com a assinatura do Acordo de Livre Comercio da America do Norte ou Nafta, ficou mais evidente a situação do Canadá como “apêndice dos Estados Unidos”.

 

·        Japão:

O Japão só abriu sua economia para o Ocidente e para o mundo após o inicio da longa dinastia Meiji, que se estendeu de 1868 a 1912, e isso foi fundamental para que o país iniciasse seu processo de industrialização. Antes disso era um país agrário, de estruturas feudais, que mantinha seus portos fechados para o Ocidente.

O período marcado pela abertura econômica do Japão para o Ocidente ficou conhecido pelo nome da dinastia que o governou. Os imperadores Meiji preocuparam-se como medidas que foram fundamentais para a industrialização e a modernização do país. Entre elas, podemos destacar:

- a criação de infra-estrutura, como ferrovias e portos;

- a instalação de indústrias de bens de produção;

- os grandes investimentos na educação do povo para obter mão-de-obra preparada para desenvolver uma nova atividade;

- os investimentos feitos na indústria pelos grupos familiares, os Zaibatsus, que se tornariam posteriormente granes conglomerados;

- a adoção do xintoísmo, religião que fazia do imperador chefe sagrado do Estado, ajudou a incentivar o povo japonês ao culto à disciplina, que é uma das principais características dessa nação.

Com um território pequeno – o Japão é um arquipélago vulcânico – e pouco favorecido do ponto de vista mineral e energético, o país iniciou sua expansão imperialista na Ásia em parte para suprir essa deficiência. As principais áreas ocupadas pelos japoneses foram:

- Coréia e Taiwan (1895);

- Manchúria, no norte da China (1931), e Nordeste chinês (1937);

- península da Indochina (1941);

- ilhas do Pacífico, como Iwojima, Marianas, Carolinas, Palau (na Segunda Guerra)

A participação e a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial custaram-lhe não só os territórios conquistados desde o século XIX, como a destruição da economia do país.

Mesmo arrasado, após o fim do conflito em 1945, o Japão tornou-se a segunda potencia econômica mundial. Como isso foi possível? Essa recuperação chamada de “milagre japonês” deu-se por uma serie de fatores:

- os Estados Unidos investiram capital na reconstrução japonesa com medo da influencia chinesa que adotara o regime socialista em 1949. A ajuda norte americana recebeu o nome de Plano Colombo, que correspondeu ao que o Plano Marshall significou para a reconstrução dos países europeus.

- mais uma vez o Japão investiu maciçamente na educação da população.

- já existia tecnologia fabril desde a era Meiji, e a presença dessa mão-de-obra qualificada, numerosa e mais barata que a européia ou norte-americana, facilitou a reestruturação econômica e industrial do Japão.

- as indústrias bélicas (proibidas pelos Estados Unidos após a guerra da Coréia) transformaram-se em industrias de alta tecnologia, como a de instrumentos ópticos e fotográficos. Essa desmilitarização foi benéfica porque canalizou capitais para outros setores.

- o governo privilegiou e incentivou as exportações de produtos industrializados.

- os fatores culturais, Istoé, as fortes tradições, como a obediência, a dedicação ao trabalho coletivo e a disciplina, também contribuíram para essa vertiginosa ascensão.

- no inicio dessa retomada, os trabalhadores guardaram seus salários e foi essa poupança interna que permitiu novos investimentos sociais e industriais direcionados pelo Estado.

Esse conjunto de fatores permitiu a transformação de um país arrasado pela Segunda Guerra em um forte concorrente dos Estados Unidos e em um país de grande superávit comercial, pois sempre exportou mais do que importou.

Alguns ramos industriais do Japão ocupam a primeira posição mundial, como a indústria naval, a produção de aço (siderurgia) e de seda (têxtil). E está em segundo lugar na produção de automóveis, alimentos, metalurgia, máquinas elétricas, máquinas não elétricas (os Estados Unidos estão em primeiro lugar). Na produção têxtil, ocupa a terceira posição, colocando-se depois dos Estados Unidos e da Itália.

Aproximadamente a metade da exportação mundial de eletroeletrônicos e eletrodomésticos é de origem japonesa, e mais da metade dos robôs estão instalados na indústria japonesa. A tecnologia dos robôs foi criada pelos Estados Unidos e aprimorada pelo Japão.

Grandes grupos industriais, bancários e comerciais japoneses estão entre as maiores corporações mundiais, como os grupos Mitsui, Mitsubishi, Sumitomo, Toyota Motor Company, Nippo Telegraph e Telephone, Nissan Motor, entre outros.

O capital japonês foi o maior responsável pela transformação de nações asiáticas, como Cingapura, Coréia do Sul, Taiwan e Hong Kong, em plataformas de exportação, a partir da década de 1960.

O litoral leste da ilha de Honshu concentra a maior parte da população e das indústrias e a maior megalópole mundial, formada pelas cidades de Tóquio, Yokohama, Nagoya e Osaka. A falta de espaço, pois aproximadamente 80% do país é montanhoso, tem provocado o aterro de partes do litoral, onde são construídos desde aeroportos (baía de Osaka) até industrias; essas áreas são chamadas de pôlderes industriais.

Atualmente, o Japão atravessa um seria crise que preocupa a economia internacional, porque esse país é um grande investidor de capitais e um grande importador-exportador mundial. Essa crise começou após a profunda recessão da economia japonesa na década de 1990 e da concorrência dos produtos manufaturados da Coréia do Sul e dos demais Tigres Asiáticos. O aumento do desemprego estrutural (ocasionado pelos avanços tecnológicos), a crise no sistema bancário e o menor crescimento do PIB japonês foram as principais conseqüências desses problemas.

Do ponto de vista político, o Japão tenta obter o apoio de outros países, entre eles o Brasil, para integrar o Conselho de Segurança da ONU, no caso de um reforma da organização.

 

 

ALUNAS: Tatiana, Daiane e Tais‏

 

1- Reino Unido

O Reino Unido é formado por Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

Foi grande potência econômica nos séculos passados e começou a perder importância após a Segunda Guerra Mundial.

Foi o responsável pela Revolução Industrial. Suas industrias localizavam-se próximo às jazidas de carvão e aos portos - regiões negras. As indústrias eram siderúrgica, têxtil, naval e material ferroviário.

Em 1973 ingressou na Comunidade Econômica Europeia.

Atualmente suas mais importantes regiões industriais são as áreas metropolitanas de Londres e de Birminghan.

Indústrias: automobilística, química, farmacêutica, mecânica, petroquímica e de biotecnologia.

O Reino Unido foi o primeiro país a adotar o neoliberalismo. Privatização de empresas estatais.

 

2.Indústria na França

            Iniciou sua Revolução Industrial após a Revolução Francesa, 1789, que colocou a burguesia no poder.

            Jazidas de carvão mineral: onde se localizaram suas indústrias: Alsácia e Lorena.

            Também foi devastada pela 2° Guerra Mundial, recebeu ajuda dos EUA ( Plano Marshall ).

            A principal região industrial é a área metropolitana, onde tem alta costura, perfumes, cosméticos, aviões, automóveis,...

            Tecnopólos:

            Lyon (indústria química e têxtil)

            Toulouse (aviões)

            Nantes (química)

 

            Portos: Marselha, Le Have

            Importa petróleo

            Explorar gás natural e carvão

 

            Atualmente:

            Enfrenta o envelhecimento de sua população.

            Potência nuclear.

            Estado com maior participação na economia.

            Problema político: Separatismo da Ilha de Córsega.

            Possui um departamento ultramarino: Guiana Francesa, além de Guardalupi e Martinica no Caribe e Reunião no Oceano Índico.

 

3.Indústria na Itália

            Pobre em recursos minerais.

            Foi muito destruída pela 2° Guerra Mundial e recebeu ajuda dos EUA ( Plano Marshall).

            Indústrias concentradas no norte : Piemonte e Lombardia. Sul – agrícola.

            Região industrial: “triângulo” : Milão – Turim – Gênova.

            Cidades a destacar : Trieste, Parma, Bolonha.

            No sul: Nápoles, Palermo.

            Marcas famosas: FIAT, Alfa-Romeo, Beneton, Armani, Gucci, Versage.    

 

4.Indústria na Alemanha

 

            Unificada em 1871.

            Potência Bélica.

            Envolvida na 1° e na 2° Guerra Mundial, sendo derrotada, perdeu territórios.

            Região industrial vale dos rios Reno e Ruhr.

            De 1949 à 1990 existiam duas Alemanhas.

            Alemanha Oriental: Socialista, economia planificada.

            Alemanha Ocidental: capitalista.

            1990 reunificação (queda do Muro de Berlim).

 

 5.Indústria no Canadá

       Seu IDH é o 4º maior do mundo.

       Foi colônia britânica. Também ocupado por franceses e ingleses. Faz parte da Comunidade Britânica de Nações.

       Possui duas línguas oficiais: francês (na Província de Quebec); inglês (maior parte da população).

        Politicamente dividido em 11 províncias. Ontário e Quebec são as mais importantes na economia, e a territórios.

       É atravessada pelo Círculo Polar Ártico tendo assim grande parte do seu território com climas frios polares, com difícil ocupação humana.

       População concentra-se ao longo da fronteira com os EUA, com clima temperado.

       Possui grande quantidade de recursos minerais- “potência mineral”.

       1º produtor de papel e celulose.

       Denominado também de “apêndice dos EUA”.

       Regiões industriais estão no vale do rio São Lourenço e no Sudeste, nas cidades de Toronto e Montreal.

       Indústrias de alta tecnologia: GM, Ford e Chryster; petrolíferas(Exxon, Texaco), química (Du Pont).

 

6.A indústria no Japão:

Segunda economia do mundo é o país que possui a mais alta expectativa de vida.

O início da longa dinastia Meiji, foi fundamental para que o país iniciasse seu processo de industrialização.

A era Meiji, foi um período marcado pela abertura econômica do Japão para o Ocidente ficou conhecida pelo nome da dinastia.

As principais áreas ocupadas pelos japoneses foram:

*Coréia Taiwan(1895)

*Manchúria, no norte da China(1931) e nordeste chinês(1937)

*Península da Indochina(1941)

*Ilhas do Pacífico, como Iwojima, Marianas, Carolinas, Paulau(na Segunda Guerra).

Mesmo arrasado, após o fim do conflito em 1945, o Japão tornou-se a segunda mundial. Em segundo lugar está na produção de automóveis, alimentos, metalurgia, máquinas elétricas, máquinas não elétricas. Na produção têxtil, ocupa a terceira posição, colocando-se depois dos EUA e da Itália.

Grandes grupos industriais, bancários e comerciais japoneses estão entre os maiores corporações mundiais, como os grupos Mitsui, Mitsubishi, Sumitomo, Toyota Motos, Company, Nippon Telegraph E Telephone, Nissan Motos, entre outros.

Atualmente, o Japão atravessa uma séria crise que preocupa a economia internacional, porque esse país é um grande investidor de capitais e um grande importador-exportador mundial.

Do ponto de vista político, o Japão tenta obter o apoio de outros países, entre eles o Brasil, para integrar o Conselho de Segurança da ONU, no caso de uma reforma da organização.

 

 

Alunas: Carla e Giovana

 

1-Reino Unido:

-O Reino Unido é formado por Grã- Bretanha e Irlanda do Norte.

-Foi grande potência econômica nos Séculos passados e começou a perder importância após a Segunda Guerra Mundial.

-Foi o responsável pela Revolução Industrial suas indústrias localizavam- se próximo ás jazidas de carvão e aos portos –regiões negras. As indústrias eram siderúrgicas, têxtil, naval e material ferroviário.

-Em 1973 ingressou na Comunidade Econômica Européia.

-Atualmente suas mais importantes regiões industriais são as áreas metropolitanas de Londres e de Birmingham.

2-França:

-Iniciou sua Revolução Industrial após a Revolução Francesa, 1789, que colocou a burguesia no poder. Jazidas do carvão mineral onde se localizava suas indústrias: Alsácia  e  Lorena.

-Também foi devastada pela Segunda Guerra Mundial e recebeu ajuda dos --Estados Unidos (Plano Marshall).

-Principal região industrial: Área metropolitana de Paris (Cidade Luz), alta costura perfumes, cosméticos, aviões e automóveis.

-Tecnopólos: Lyon(Indústria Química, têxtil), Toulouse(Aviões), Nantes(Química).

-Portos: Marselho, Le Havre.

-Importa petróleo e explora gás natural e carvão.

-Atualmente, enfrenta o envelhecimento de sua população, potência nuclear, estado com maior participação na economia, problema político (Separatismo da Ilha de Córsega), possui departamento ultramarinho (Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica no Caribe e Reunião no Oceano Índico.

3-Itália:

-Pobre em recursos minerais.

-Foi muito destruída pela Segunda Guerra Mundial e receberam a ajuda dos EUA (Plano Marshall), indústrias concentradas no norte: Piemonte e Lombardia Sul (agrícola)

-Região industrial ‘triangulo’: Milão, Turim, Genova.

-Cidades se destacaram: Trieste, Parma, Bolonha.

-No Sul: Nápoles, Palermo.

-Marcas famosas: Fiat, Alfa Romeo, Benetton, Armani, Gucci, Versage.

4-Alemanha:

Unificada em 1871, potencia Bélica, envolvida na Primeira e Segunda Guerra Mundial, sendo derrotada. Mas perdeu território

-Região industrial: Vale dos Rios Reno e Ruhr.

-De 1949 a 1990 existiam duas Alemanhas.

*Alemanha Oriental: socialista, economia planificada

*Alemanha Ocidental: capitalista, 1990 reunificações (queda do Muro de Berlin).  

5- Canadá:

-Seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é o quarto maior do mundo.Foi colônia britânica, também ocupada por franceses e ingleses.

-Faz parte da Comunidade Britânica de Nações.

-Possui duas línguas oficiais o francês (na Província de Quebec) e o inglês (maior parte da população).

-Politicamente dividida em onze províncias. Ontário e Quebec são as mais importantes na economia.

-É atravessado pelo Circulo Polar Ártico tendo assim grande parte de seu território com climas frios polares com difícil ocupação humana.

-Possui grande quantidade de recursos minerais “potencia mundial”.

-Primeiro produtor de papel e celulose.

-Denominado também de “apêndice dos EUA”.

-Regiões industriais são: Vale do Rio de São Lourenço,

-No Sudeste, nas cidades de Toronto e Montreal.

-Indústrias de alta tecnologia: GM, Ford e Chryster,petrolíferas (Exxon, Texaco), DuPont (química).

-Faz parte do NAFTA.

6- Japão:

-Investiu na sua economia para Ocidente e para todo o mundo depois do inicio da dinastia Meiji, que aconteceu em 1868 a 1912, isso foi fundamental para a industrialização do país.

-Era Meiji: Abertura econômica do Japão para o Ocidente ficou conhecida de Era Meiji, onde podemos destacar medidas fundamentais como a criação de infra-estrutura, indústrias de bens de produção, grandes investimentos na educação, para obter mão-de-obra preparada, investimentos feitos na indústria, adoção do xintoísmo, religião.

-Imperialismo Japonês: O Japão é um arquipélago vulcânico e pouco favorecido do ponto de vista mineral e energético. As principais áreas ocupadas pelos japoneses foram Coréia, Taiwan, Manchúria (no norte da China) e Nordeste chinês, Península da Indochina, Ilhas do Pacifico (Iwo jima, Marianas, Carolina do norte, Carolina do sul e Palau).

 

-Substituindo importações

A África do Sul, a Argentina, o Brasil, a Índia e o México compartilharam do processo conhecido como substituição de importação, isto é, iniciaram sua industrialização produzindo internamente o que antes era importado.

Se os Novos Países Industrializados substituíram importações, os países desenvolvidos exportaram fabricas. Para o Brasil vieram inúmeras indústrias de eletrodomésticos e principalmente, montadoras de automóveis.

As principais características desse modelo de industrialização foram: produção dirigida para o mercado interno; importante participação do estado na construção de hidrelétricas, em indústrias de base, como siderúrgica, e na infra-estrutura de transportes para atender ás necessidades das novas indústrias. A grande maioria das indústrias instaladas nesses países era filial de transnacionais. Portanto grandes parcelas de seus lucros são remetidas para os países onde estão as sedes dessas empresas.

-África do Sul

A estrutura industrial sul-africana sempre esteve baseada extração de sua imensa riqueza de recursos minerais e na aliança de capitais britânicos. A África do Sul gera cerca de um terço da produção mundial de ouro e esta entre os maiores produtores de diamante, platina, urânio, amianto, manganês, e cromo, que compõem a principal pauta de exportações dos países. Como os países não têm petróleo, o carvão é a principal fonte de energia (90), ao lado do potencial hidrelétrico do Rio Orange. As principais regiões industriais sul-americanas localizaram-se nas regiões da Cidade do Cabo, Pretoria, Johanesburgo, Durban e Porto Elizabeth.

Possuem indústrias alimentícias, têxtil, siderúrgicas, químicas, e automobilísticas, que abasteceram principalmente, o mercado interno.

-Argentina

         O estado foi um importante agente dessa industrialização ao financiar as indústrias de bens de produção. Entretanto, foi após a Segunda Guerra Mundial que as filiais das transnacionais se instalaram nos pais, ampliando e diversificando seu parque industrial. Nas duas ultimas décadas a Argentina vem enfrentando uma grave crise econômica evidenciada por uma queda acentuada de sua produção industrial, pelo sucateamento de suas indústrias e pela defasagem tecnológica. A carne argentina ficou sob suspeita porque foi constatada a febre aftosa em parte de seu rebanho.

         As riquezas naturais da argentina, como urânio, o petróleo e o gás natural, e a diversificação agropecuária (cereais, frutas, gado bovino e ovino) não conseguem minimizar as dificuldades econômicas que os países vêm enfrentando.

-Índia

Antiga colônia inglesa, localizada ao Sul do Himalaia, na Península do Decã, a

Índia é o segundo país mais populoso do mundo e uma das potencias nucleares dos países do Sul. É também o único dos novos Países industrializados em que o setor agrário tem o maior peso no PIB do que a industrial.

         Os fundamentos de sua industrialização foram à ajuda soviética durante a guerra fria o apoio estatal para a instalação de indústrias de base e a riqueza em recursos minerais (manganês, ferro, carvão). Seu setor industrial cresce cada vez mais, concentrado nas cidades de Mumbai (ex-mumbaim), Calcutá, Nova Délhi e Madras. Além dos Ra, os tradicionais como o têxtil, o alimentício, o siderúrgico e o químico, a índia conta com indústrias de tecnologia de ponta e tem até um tecnopolo-cidade de Bangalore. É uma das maiores produtoras de filmes do mundo, com uma importante indústria nesse setor.

-México

         Como ocorreu com o Brasil e a Argentina, a industrialização mexicana passou do processo de substituição de importação para o processo de instalação transnacional após a segunda guerra mundial. As grandes reservas de carvão mineral, ferro, manganês a produção de ouro, urânio, chumbo, cobre, enxofre, entre outros e a oferta da mão- de – obra barata foram fatores fundamentais para que o capital estatal e internacional expandisse a industrialização. O governo fundou o permex (petróleo do México), estatizando a exploração dessa fonte de energia, e um banco de investimento, a Nacional Financeira, para apoiar os projetos da indústria privada.

         Atualmente apresenta um parque industrial amplo e diversificado (ramos têxtil alimentício, siderúrgico, químico, petroquímico e mecânico), concentrado entre a Cidade do México e Guadalajara (na zona central) e mais recentemente, em Monterrey, no norte do país. São empresas chamadas maquiladoras, filiais de empresas norte-americanos,

Principalmente, automóveis eletrônicos e autopeças. Essas empresas geram lucros porque produzem seus custos, utiliza-se de fontes de energia mexicanas e poluem o meio ambiente desse país, preservando o seu lugar de origem.

         Com a Crise Argentina, o México passou a ser a segunda economia da America latina e em 2002 ultrapassou a economia brasileira, tornando-se a maior economia da América Latina desde então.

 

 

Nomes: Carolina Reginatto, Gabriel Aquino e Nakaue

 

  1. Reino Unido:

                O Reino Unido é formado por Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

                Foi grande potência econômica nos séculos passados e começou a perder importância após a Segunda Guerra Mundial.

                Foi o responsável pela Revolução Industrial. Suas indústrias localizavam-se próximo às jazidas de carvão e aos portos – regiões negras. As indústrias eram siderúrgicas têxtil, naval e material ferroviário.

                Em 1973, ingressou na Comunidade Econômica Européia.

                Atualmente suas mais importantes regiões industriais são as áreas metropolitanas de Londres e Birmmingan.

                Industrias: automobilística, química, farmacêutica, mecânica, petroquímica e biotecnologia.

                O Reino Unido foi primeiro a adotar o neoliberalismo. Privatização de empresas estatais.

 

  1. Industria na França:

Iniciou sua Revolução Industrial após a Revolução Francesa, 1789, que colocou a burguesia no poder.

                Jazidas de carvão mineral: onde se localizaram suas indústria: Alsácia e Lorena.

                Também foi de vastada pela 2º Guerra Mundial, recebem ajuda dos Estados Unidos (Plano Marshall).

                A área metropolitana, onde tem alta costura, perfume, cosméticos, aviões, automóveis...

 

                Tecnopólos:

l        Lyon (ind. Química, têxtil)

l        Toulouse (aviões)

l        Nontes (química)

l        Portos: Marsella, Le Havre.

l        Importa petróleo

l        Explora gás natural e carvão.

 

Atualmente:

l        Enfrenta o envelhecimento de sua população.

l        Potência nuclear.

l        Estado com maior participação na economia.

l        Problema político: separatismo da ilha de Córsega.

l        Possui em departamento ultramarino: Guiana Francesa, além de Guadapule e Martinica no Caribe e Reunião no Oceano Indico.

 

  1. Indústria na Itália.

Pobre em recursos minerais.

Foi muito destruída pela 2º Guerra Mundial e recebeu ajuda dos Estados Unidos ( Plano Marshall).

               Indústrias centradas no norte: Piemante e Lombardia Sul: agrícola.

               Região Indústria “triangulo”. Milão-Turim Gênova.

               Cidades a destacar: Trieste, Parma, Balanha.

               No sul, Nápoles, Palermo.

               Marcas famosas: Fiat, Alfa Romeo, Armani, Gucci, Versage, Penton.

 

  1.  Indústria na Alemanha.

Unificada em 1871. É uma potência bélica e foi se envolveu na Primeira e na Segunda Guerra Mundial, sendo derrotada (perdeu território). Região Industrial: vale dos rios Reno e Ruhr.

De 1949 a 1990 existiam 2 Alemanhas:

  • Ø    
  • Ø    

E em 1990, aconteceu a reunificação (queda do muro de Berlim).

 

  1. Indústria no Canadá.

Seu IDH é o 4º maior do mundo. E foi colônia britânica, e foi ocupada por franceses e ingleses. Faz parte da comunidade britânica de Nações.

Possui 2 línguas oficiais: francês (na Província de Quebec) e  inglês (maior parte da população). Politicamente em 11 províncias, Ontário e Quelec  são as mais importantes economia 2 territórios.

É atravessado pelo Círculo Polar Ártico tendo assim grande parte do seu território com climas frios polares com difícil ocupação humana.

               A população se concentra ao longo da fronteira com os Estados Unidos com clima temperado. E possui uma grande quantidade de recursos minerais – “potência mineral”. É o primeiro produtor de papel e celulose. É denominado também de “apêndice dos Estados Unidos”.

               As regiões industriais estão no vale do rio São Lourenço e no Sudeste, nas cidades de Toronto e Montreal.

               Indústrias de altas tecnologia: GM, Ford, Chysler, petrolíferas (EXXOR, TEXACO), química ( OUPONT).

               Faz parte da Nafta.

 

  1. Indústria no Japão.

O Japão só abriu sua economia para o Ocidente e para o mundo após o início da longa dinastia Meiji, que se estendeu de 1868 a 1912 e isso foi fundamental para que o país iniciasse seu processo de industrialização.

A era Meiji: Os imperadores Meiji preocuparam-se com medidas que foram fundamentais para a industrialização e a modernização do pais, entre elas:

ü     A criação de infra-estrutura de bens de produção.

ü     A instalação de indústrias de bens de produção.

Alguns ramos industriais do Japão ocupam a primeira posição mundial, como a indústria naval, a produção de aço (siderúrgica) e de seda (têxtil). E  está em segundo lugar na produção de automóveis, alimentos, metalúrgica, máquinas elétricas, máquinas não elétricas (os Estados Unidos estão em primeiro lugar). Na produção têxtil, ocupa a terceira posição, colocando-se depois dos Estados Unidos e da Itália.

Aproximadamente a metade da exportação mundial de eletroeletrônicos e eletrodomésticos é de origem japonesa.

Grandes grupos industriais, bancários, e comerciais japoneses estão entre as maiores corporações mundiais: Mitsui, Mitsubishi, Toyota Company, Nissan Motos, entre outros.

 

 

 

 

 

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